Uma das grandes bençãos da vida é a experiência que os anos vividos nos concedem. Faz alguns anos que Deus te enviou à terra para iluminar a todos com tua presença, e neste dia mais que especial que evidencia a tua chegada no mundo.
Palavras não bastam pra te homenagear, você é uma obra preciosa que Deus criou e revestiu com muitas e boas qualidades. Uma pessoa que admiramos e queremos muito bem. Continue firme pelos caminhos da virilidade e suas verdades. Continue trilhando pelos vales da vida, pois um dia encontrarás o mais belo de todos os jardins; o jardim que representará a realização de seus maiores sonhos.
Que Deus te ilumine todos os dias de sua vida. Você é importante, você é inspiração amorosa do Pai do céu.
Seja feliz hoje e sempre !!! Feliz Aniversário !!!
Galera a fase inicial do Prêmio MultiShow 2010 já começou.... É hora de começarmos a votar!!!
Fiquem ligados e votem:
Clica no título da matéria para ir ao link oficial da votação Prêmio Multishow 2010 !!!
Podemos votar várias vezes por dia...
Estamos fazendo uma lista para podermos votar igual, senão os votos ficam dispersos e no final o resultado não será como agente planejava.
Aceitamos sugestões e parcerias....
Nós do Fã-Clube Além Paraíso Oficial 14 Bis fizemos algumas sugestões para que todos possam votar iguais para que algum de nosso ídolos entrem na disputa....
Vejam só: Melhor Cantora: Marisa Monte Melhor Cantor: Milton Nascimento Melhor Grupo: 14 Bis Melhor Show: Centenário de Godofredo Guedes - Beto Guedes Melhor DVD: Não se apague esta noite - Flávio Venturini Revelação: Banda Nave de Prata Melhor Instrumentista: Toninho Horta Experimente: Banda Nuvens
Vamos votar galera..... vamos fazer com que este ano alguém da turma do CLUBE DA ESQUINA estejam presentes em alguma categoria....
*São sugestões, é claro que tem muita gente boa faltando aqui, mas se a gente votar igual as chances de ganhar é maior do que ter votos dispersos....
Vânia - Presidente do FCAP Kellen - Vice-presidente do FCAP
A Banda fará ações de promoção do novo DVD em Lisboa e no Porto entre os próximos dias 17 e 22.
Lisboa - A banda brasileira 14 Bis, de Minas Gerais, inicia esta semana uma ação de divulgação em Portugal do DVD "Ao vivo", com passagens por Lisboa e Porto, principalmente para promoção mediática.
O grupo 14 Bis irá na próxima quarta-feira, 17, fazer o lançamento de "Ao vivo" em Lisboa, no Corinthia Hotel, com uma conferência de imprensa e um show acústico. Dois dias depois o 14 Bis estará na TV Record, também em Lisboa.
A banda brasileira irá ainda ao Porto, no dia 20, para o "Encontro de Cultura", da produtora Ritmos e Temas, seguindo-se, no dia 22, um regresso a Lisboa para participação nos programas Vida Nova e Companhia das Manhãs, da estação televisiva SIC.
Em março o 14 Bis estará de volta ao Brasil, para shows nos Estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
Notícia extraída pelo site http://www.portugaldigital.com.br
Pra quem não pôde ir ao Festival Música do Mundo nos dias 10 a 13 de Setembro de 2009 na cidade de Três Pontas/MG. Aqui está os vídeos feitos pela Marolo Produções....
Neste ano o Festival acontece nos dias 09 a 12 de Setembro....
Música boa, meus caros amigos, não vende mais que 100 mil cópias de um disco. Música boa não ganha disco de ouro, de platina, de diamante. Música boa não se faz da noite para o dia, com rimas pobres. Artistas bons não pagam jabá para as gravadoras. Artistas bons não aparecem em 500 programas de televisão, nem ficam em cima de trios elétricos arrastando pessoas que querem ficar surdas do lado de um caminhão com toneladas de mediocridade. Alguns aparecem na mídia, mas nem sempre, porque não dão muito ibope (ou aparecem quando existe escândalo, ou algum produtor musical resolve pinçar uma música para uma novela). Mulheres são mais difíceis de decifrar que códigos matemáticos e algorítmos de criptografia!
Outra vez mais um encontro, e desta vez foi na cidade de Vassouras-RJ, no dia 23/01... E nesse encontro do FCAP e 14 Bis, eu(Vânia) tive o prazer de conhecer a Gabi (Osasco), e reencontrei os amigos Júlio e Márcia(Volta Redonda) onde juntos curtimos o show, que por sinal foi sensacional novamente....
“Ganham milhões cantando mal”-(The Beatles!?) - Revista VISÃO, 1964 -
Sim, foi um texto com esse mesmo título, com a mesma foto que li, se não me engano, na revista Visão (uma espécie de IstoÉ ou Veja da década de 60). Eu, como muitos outros jovens da época, estávamos fascinados com a música e tudo mais que os Beatles traziam de novo em beleza, energia musical e mudança de costumes, além dos sonhos de mudar o mundo.
Sei que a maioria de vocês sequer sonhava nascer naquela época... Mas, podem estar certos que todos nós um dia teremos ou tivemos 15 anos, porém, o tempo vai passar e um dia teremos cinqüenta e tantos e continuaremos a valorizar muita coisa boa que gostaremos para sempre.
E Beatles, Stones e outros, me abriram um mundo novo, ainda mais eu, que vinha de um colégio onde tocava órgão, acompanhando pela partitura, obras de Palestrina, Praetorius, Bach, Haendel, Mozart, Beethoven, Schumann, Wagner etc.
Quando fui estudar em Belo Horizonte, mudou tudo – além do governo militar: a gente via nas bancas de revistas fotos dos Beatles e suas músicas tocavam o dia inteiro nas rádios. Nem sei mais qual me encantou primeiro, se foi Please, please, I wanna hold your hand ou She loves you, mas todas mostravam uma energia, uma capacidade musical incrível, seja na composição como na execução. Sobretudo, os vocais, até hoje insuperáveis, principalmente, John Lennon e Paul McCartney, grandes cantores solo que, cantando juntos com Harrison, faziam um vocal harmonioso, rico e cheio de vida.
Voltando ao título acima, que vi quando ainda estudava num colégio de padres alemães, onde interpretávamos canto gregoriano e eu tocava órgão durante as infindáveis missas e preces, pude ter acesso a estes Mestres que citei acima.
Um dia me deparei com esta foto, exatamente a mesma, e um artigo onde o articulista (se não me engano Sílvio Lancelloti – posso estar sendo injusto, pois infelizmente não guardei a reportagem) dizia que “Ganham milhões cantando mal” – se referindo aos Beatles que estavam começando a ganhar os Estados Unidos e o mundo com sua música contagiante.
Bem, sem mais detalhes. Existe até crítica construtiva e muita gente que entende o que está ouvindo e escrevendo sobre. Mas muitas vezes, eles escrevem verdadeiras asneiras, como esta.
Mas isto tudo passa e a boa música, como a dos Beatles permanece, inclusive, sendo apreciada pelas novas gerações. Este CD é muito interessante, pois contém muitas músicas que chamávamos de “lado B” - os discos compactos da época eram lançados com duas músicas, geralmente, porque a gravadora acreditava ter mais probabilidade de se tornarem um hit nas rádios. Acontece que, muitas vezes, a faixa do outro lado era tão boa que caia no gosto do público e as rádios acabavam seguindo. E com os Beatles tudo era surpresa, e sempre sucesso.
Apesar de Lennon ter certa razão quando disse que “O sonho acabou” - o sistema escravizou o mercado da música - e o que se ouve hoje em geral é música de péssima qualidade, ainda há esperança.
Muita música boa está acontecendo ou vindo por aí - mesmo que as emissoras de rádio e tevê ignorem - muita gente nova está interessada em música, seja estudando, compondo, se apresentando ao vivo, ouvindo e aprendendo. E, claro, sonhando com um mundo melhor. Também acreditamos nisso, que nossa Terra seja um Planeta Sonho para todos nós.
Na próxima vez, vou escrever sobre minha paixão pelos Rolling Stones que, se não eram tão sonhadores quanto os Beatles, tinham uma energia impressionante e continuam até hoje como a maior banda de rock’n’roll de todos os tempos.
Sei bem o que isto significa, pois, sem pretensão de nos compararmos a ninguém, temos o nosso estilo próprio, e vamos comemorar 30 anos de 14 Bis nesse ano. Temos planos de gravar um DVD com nosso amigo Flávio Venturini, que juntamente comigo, teve o sonho de fundar essa banda, reconhecida tanto pela nossa geração, quanto pela linda juventude de hoje.
Dia 15 de Janeiro na Lona Cultural de Jacarepaguá, um encontro de uma boa música acontece. 14 Bis e Nave de Prata - que show!!! Foi emocionante ver uma nova geração de músicos talentosíssimos da Banda Nave de Prata cantar juntamente com seus ídolos do 14 BIS.
Tudo começou com a abertura da Nave de Prata, contagiando a todos que estavam presentes na Lona Cultural de Jacarepaguá. Cantaram um repertório diversificado e é claro músicas do 1º CD da Banda, logo após o show da Banda 14 Bis, que como sempre foi sensacional. Ao final do show, Sérgio Magrão convida a turma da Nave de Prata para subir ao palco e cantarem juntos a música Linda Juventude.... Foi maravilhoso isso !!!
A alegria dos meninos da Nave de Prata era contagiante e eu (Vânia Siqueira) particularmente fiquei super feliz em poder estar presente nesse encontro e compartilhar um pouco dessa alegria.
Era incrível a energia que estava no ar, por entre os corredores do camarim. Pude compartilhar a concentração da Nave de Prata e a emoção, a felicidade dos meninos era de sentir na pele.
E o FCAP não poderia deixar de estar presente. Karin Kunze(Salvador), Crisciana, Hélio e Luiz(RJ) e eu(Vânia - 3Pontas).
Parabéns Nave de Prata !!! Valeu 14 Bis !!! Valeu FCAP OFICIAL 14 BIS !!!
Ao longo do tempo inúmeros textos e artigos dizem que o rock brasileiro dos anos 80 começou com a Blitz, em 1982. Sem dúvida é inegável que toda agitação e articulação, levada a efeito pelo pessoal e as bandas/artistas ligadas ao Circo Voador, no Rio de Janeiro, assumiu um caratér de um grande movimento que assaltou o cenário musical brasileiro, o qual merecem todo reconhecimento do mundo. Contudo, acho uma baita sacanagem o que fazem dizer que o rock nacional dos anos 80 começou somente aí.
O período de 80/81, no qual brilharam o 14 Bis, A Cor do Som, Roupa Nova, Rita Lee e Guilherme Arantes, entre outros, simplesmente foi deletado como capítulo do rock brasileiro. O máximo que fazem dizer é que nesse período surgiu um certo "pop "brasileiro" ou "música jovem"do início dos 80", sendo tais artistas seus representantes. Se aceita tais ponderações no sentido de que o A Cor do Som e o Roupa Nova não eram bandas de rock, embora tivessem uma identificação quanto á sonoridade e a estética roqueira. Mas dizer que o 14 Bis não era uma banda de rock, revela que o sujeito não se deu ao trabalho de escutar os discos desta maravilhosa banda.
Muitas pessoas ficaram injuriadas porque foram escaladas no Rock in' Rio, alguns artistas quer não tinham nada a ver com o rock, como Ivan Lins ( que inclusive perdeu a voz de tanto gritar para tentar abafar os ruídos dos metaleiros misturados ao público). enquanto o 14 Bis ficou de fora. O curioso que incluso no "senso comum" a cerca da amplitude do conceito de "rock nacional dos anos 80", são referidos vários músicos engressos de bandas dos 70 até 60 mas, mesmo assim, o 14 Bis fica de fora do "conceito". Sempre torcem o nariz pro 14 Bis quando se fala tratar-se de uma banda de rock. Já isso não acontece em relação a Ritchie, ao Lulu Santos e o Lobão, que foram do Vimana, nos anos 60 ao Renato Ladeira (Herva Doce) e ao Ronaldo Brandão (Hanoi Hanoi) , que foram da Bolha, ao Lee Marcucci(ex- Tutti Frutti) e Wander Taffo (ex-Joelho de Porco), que nos anos 80 formaram o Rádio Táxi, e por aí a fora.
Ninguém diz que essas bandas dos anos 80 não eram realmente rock. Na verdade, fenômeno semelhante ao que acontece a Jovem Guarda. Sempre aparece um carinha pra dizer que a Jovem Guarda não era rock brasileiro de verdade. Que bobagem. É claro que a Jovem Guarda era rock brasileiro, embora não fosse ela a única representante deste estilo.
Mais tais entendimentos, infelizmente estado de (in) cultura brasileira que vivemos, Paciência.
Aproveitando a data...29 anos sem John Lennon...resolvi falar de referência Beatle em uma música do 14 Bis, que eu, particularmente, gosto muito: Perdido em Abbey Road (Flávio Venturini e Vermelho).
Pra quem não sabe Abbey Road é o nome de uma rua em Londres, onde está situado o famoso estúdio que os Beatles gravavam (que por sinal tem o mesmo nome), além de ser também o nome do 12° álbum dessa mesma banda (album esse que acaba de fazer 40 anos).
Apesar de ter sido o penúltimo álbum lançado, foi o último a ser gravado e é considerado um dos melhores deles. Na verdade não existe um “melhor album” dos Beatles...o que existe são albuns dos Beatles...e a cada fase da sua vida um é o preferido. Tá....tudo bem...já tem uns 10 anos que estou na fase Abbey Road, mas vai passar...eu sei que vai...
Voltando a “Perdido em Abbey Road”...posso citar uma parte preferida minha na letra:
“A menina que saiu de casa
Numa quarta-feira
Já voltou há muito tempo
E dela nunca mais se ouviu falar”
Gente...isso arrepia!!! Essa menina é, nada mais, nada menos que a personagem de “She’s leaving home” (Lennon/ McCartney), uma das músicas mais lindas que já ouvi nesse mundo...que foi lançada no álbum “Sgt Peppers”, de 1967. A canção fala de uma garota que deixou a casa de seus pais, numa quarta-feira, sem que eles soubessem.
“Wednesday morning at five o´clock as the day begins...”
Perdoem a minha beatlemania, mas não podia deixar de falar das canções que disparavam (e ainda disparam) nosso coração...
Dia 02/12, foi aniversário de Toninho Horta e é claro que nós do FCAP Oficial 14 Bis tínhamos que fazer uma pequena homenagem a esse grande músico.
Parabéns !!! Felicidades !!!
Que Deus ilumine sempre seus passos !!!
Antônio Maurício Horta de Melo nasceu em Belo Horizonte, no bairro Floresta, em 2 de dezembro de 1948. Filho de Prudente de Melo, mestre-de-obras e Geralda Magela Horta de Melo, funcionária pública.
Seu pai tocava violão e a mãe violão e bandolim. O primeiro músico da família foi o avô materno, João Horta, funcionário da Central do Brasil que montava uma banda em cada lugar em que morava. Paulo, um de seus cinco irmãos, foi quem mais o incentivou para música. Aos 10 anos, Toninho começou a tocar violão e aos 13 anos fez sua primeira composição, Barquinho Vem... Aos 19 anos, iniciou a carreira de músico profissional tocando na noite. Na adolescência, conheceu Milton Nascimento, Márcio e Lô Borges e Beto Guedes, aos dois últimos ensinou harmonia. Mas foi a partir do Festival de Belo Horizonte, em 1969, que começou a união musical do grupo.
No final dos anos 60, foi para o Rio de Janeiro, onde trabalhou com artistas como Elis Regina. Em 1972, organizou arranjos de base, tocou guitarra, baixo e percussão no disco Clube da Esquina. Após 10 anos nos EUA, em 1999 retornou ao Brasil com uma carreira internacional consolidada. Hoje dedica-se ao seu selo Minas Records e a publicação do Livrão da Música Brasileira, compilação de cerca de 700 partituras, abrangendo desde Carlos Gomes até compositores contemporâneos.
Em 1967 participou do "11º Festival Internacional da Canção", sendo classificado como finalista com duas músicas, Maria Madrugada e Nem é carnaval, a primeira em parceria com Júnia Horta e a segunda com Márcio Borges.
Com Nivaldo Ornelas faz sua estréia em estúdio em 1969 e, no mesmo ano, toca com Milton Nascimento pela primeira vez. Transfere-se para o Rio de Janeiro no início dos anos 70, quando passa integrar o grupo A Tribo, juntamente com a cantora Joyce, Nelson Angelo, Novelli e Naná Vasconcelos, chegando a gravar algumas faixas no disco Posições (Odeon).
Nesta mesma época passou a tocar com Elis Regina e participou das gravações do álbum Clube da Esquina, de Milton Nascimento. Com o seu trabalho já reconhecido nacionalmente, passou a integrar as bandas de Edu Lobo, Gal Costa, Maria Bethânia e Nana Caymmi, no instante em que sua música era percebida por músicos estrangeiros, como Pat Metheny, que sofreu enorme influência de Toninho Horta.
Em 1989, com Diamond Land, finalmente toma o mercado norte-americano, mudando-se para Nova Iorque.
Por seu talento extraordinário, Toninho tocou com músicos renomados do jazz mundial, como Sérgio Mendes , Gil Evans, Flora Purim, Astrud Gilberto, Naná Vasconcelos, Paquito De Rivera, Airto Moreira, Wayne Shorter, Eliane Elias, Herbie Hancock, Keith Jarret, George Benson e muitos outros.
No Brasil, tem trabalhos realizados com Tom Jobim, Elis Regina, Gal Costa, Milton Nascimento, Maria Bethânia, Jane Duboc, Caetano Veloso, MPB4, Simone, Leny Andrade, João Bosco, Hermeto Pascoal, Beto Guedes, Lô Borges, Wagner Tiso, Nivaldo Ornelas, Edu Lobo, Boca Livre, Alaíde Costa, Nana Caymmi, Dori Caymmi, Dominguinhos, Nico Assumpção, Paulo Moura, Nelson Ayres, Márcio Montarroyos, Joyce, Luis Alves, Raul de Souza, Leila Pinheiro, Paulo Braga, Yuri Popoff, Emílio Santiago, Robertinho Silva, Pery Ribeiro, Luiz Eça, André Dequech, Halley Flamarion, Aécio Flávio, Marlene, Rafael Rabello, Sebastião Tapajós, Eduardo Conde, Jacques Morelembaum, Nelson Ângelo, Lena Horta, Esdras Ferreira "Neném", Mauro Senise, Léo Gandelman, Armando Marçal, Djalma Correa, Chiquito Braga, Fafá de Belém, Tavinho Moura, Fernando Brant, Ronaldo Bastos, Márcio Borges, Toquinho, Ney Matogrosso, Gilson Peranzzetta, Juarez Moreira, Quarteto em Cy e outros.
Toninho já excursionou pela Inglaterra, Rússia, Japão, Coréia, Finlândia, Eslováquia, Eslovênia, Croácia, Itália, Holanda, Bélgica, Açores/Portugal, Martinica, Suíça e Áustria.