
Valeu Ana Gabriela !!!

Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, Inglaterra e na Filadélfia nos Estados Unidos.
Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano.
Em 2005, depois de 20 anos, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres.
A arrecadação em menos de 16 horas foi de 100 milhões de dólares e foi revertido para erradicar a miséria do mundo.
Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.
lo Milanés Pablo Milanes nasceu na cidade de Bayamo, a capital da Província de Granma, e estudou música no conservatório da cidade de Havana.
A sensação é um estilo de música que começou em Cuba, na década de 40 e representou uma nova forma de abordar a canção, em que o sentido definido na interpretação foi influenciada pelo fluxo de jazz e música romântica americana. O sentimento foi acompanhada por uma guitarra no estilo dos antigos troubadours, para estabelecer a comunicação ou "sentimento" com o público.
www.milanespablo.com
inha por ter dado um sotaque brasileiro ao blues, um gênero americano (ou africano, em suas raízes mais profundas) por excelência, e com ele feito sucesso avassalador ao ponto de ser, ao mesmo tempo, lenda, ídolo e referência, ainda mais quando o papo recai sobre aquele instrumento de seis cordas chamado guitarra.
Cinema e Música = trilhas sonoras
Bons filmes, assim como livros, música etc., são aqueles que você de repente tem vontade de ver/ouvir de novo. Em meio a tantas notícias da chamada vida real (política, economia, eleições, crimes, copa do mundo etc.), vamos a um pouco de sonho que nos traz esta arte tão maravilhosa que é o Cinema, agora também acessível através do DVD. São imagens, figurinos, tramas históricas, romances, música, paisagens na tela, que nos levam a mundos distantes e nos permitem sonhar e viajar através de uma verdadeira Arte Total.
Relembro alguns que me encantam, não só pelo Cinema em si, mas também pelos sons – som da linguagem e do silêncio, além da música propriamente dita. O que apresento como sendo “clássico”, na verdade é a minha escolha pessoal que, no entanto, gostaria de compartilhar, assim como meus comentários, frutos das inúmeras vezes que assisti a tais pérolas cinematográficas. Escolhi alguns filmes que me vieram de momento:
O Poderoso Chefão I, II, III (Roberto De Niro, Al Pacino) - A primeira vez, assisti na ordem II-I-III e gostei. Noites de Cabiria (Fellini) Um mestre consumado, mesmo num filme preto&branco. Mas Sophia Loren nos faz imaginar todas as cores (e formas...) do mundo...
Gladiador Marcante interpretação de Russel Crowell, música e cenários grandiosos e belos. Os Sonhos (Kurosawa) Uma Arte Total através do Cinema; o episódio da pintura de Van Gogh, uma melodia com a profundidade das sonatas de Beethoven e melodia à la Chopin = inesquecível! Dodeskaden (Kurosawa) Os diálogos e o silêncio quase aterrador das favelas de Tóquio fazem com que o colorido das cenas, verdadeira pintura, seja a marca maior deste filme. Kagemusha (Kurosawa) A sonoridade da língua japonesa e o silêncio se alternando com música, num ritmo imprevisível de ações/diálogos, culminando com a marcha de derrota em uma batalha. Música orquestral profundamente serena e triste, na derrota. Amadeus (vida de Mozart) Apesar do personagem um tanto caricato, a seleção das músicas dele é primorosa. A Rainha Margot Isabelle Adjani, belíssima; prêmio de figurino, exatidão histórica, etc.
Quase no inicio, numa cerimônia solene, o som grandioso do órgão mostra a majestosa música de Monteverdi e Händel. No final , uma canção típica da região dos Pirineus (onde a influência da música do norte da África se faz sentir). Antonio, o Guerreiro de Deus Vida de uma grande personagem do século XII; santo católico. A canção de Pino Donaggio (autor de músicas românticas dos anos 60) se transforma numa música sinfônica e vanguardista, num arranjo bem ao estilo gótico da época, misturado com um neo-renascimento. A Hard’s Day Night (The Beatles) Ao mostrar uma imaginária trajetória de uma banda de sucesso dos anos 60’, Richard Lester misturou imaginação e realidade de uma maneira primorosa, fazendo, na verdade, o primeiro e mais original clipe da história, ao divulgar de maneira estrondosa a poderosa trilha sonora com fulminantes canções de Lennon-McCartney. Blow Up Antonioni – Londres da década 70’; Yardbirds, com Jeff Beck tocando numa ao vivo e quebrando sua guitarra, na swinging London ensandesida na época. Apocalipse Now Muita ação num filme épico de Scorcese; música fantástica de R. Wagner. Apocalypto Mel Gibson dirige uma bela mostra da assustadora e adiantada cultura dos Mayas.
Os Intocáveis Com Sean Connery e Kevin Costner. A suave música de Ennio Morricone dá uma pausa num filme tão cheio de ação. The Mission Com Robert de Niro. Mais uma belíssima música de Ennio Morricone, com um inesquecível tema tocado ao oboé, instrumento musical de belíssimo timbre. Pretty Woman (Richard Gere & Julia Roberts) Deliciosa comédia com uma cançao inesquecivel de Roy Orbinson, sucesso imediato no mundo pop. O nome da Rosa Com Sean Connery mostrando o grande ator que é, nesta versão mais light, mas tão interessante quanto o livro original de Humberto Eco. O clima é de um mosteiro medieval na Idade Média e crimes à la Agatha Christie. Dança com Lobos Com Kewin Costner. As pradarias do Oeste americano, cenário para tantos filmes marcados em nossa memória são aqui refletidas de maneira sublime e bem executada. O tema musical traz a melodia num fagote, instrumento de som melancólico, mas incomparável é belo. Vai trabalhar, vagabundo Humor bem brasileiro. Com Paulo César Pereio impagável, e ótimas canções de Chico Buarque, às vezes cantada pelo próprio, também ator no filme.
Vermelho 14 Bis
Sobre Amigos e Canções from Bel Mercês on Vimeo.
Tenho o maior prazer de dizer a vocês que finalmente temos em mãos o CD Um dia de Banda, uma homenagem a meu falecido pai, o Maestro-compositor Sebastião de Assis Moreira.
Bem ao seu feitio, o CD inclui não só musicas dele mas também composições de músicos que admirava. Com um repertorio variado, mostrando, através dos sons, um ‘arco’ do dia, começando pelo nascer do sol até a noitinha. Músicas de banda (Banda 12 de Março, BHte.) se mesclando a côro, chorinhos (regional de Gabriel Guedes), música para cravo (uma composição minha, Choro para Cravo), terminando com uma típica modinha mineira - da região de Diamantina -, cantada pela família Moreira e vários amigos, além da participação especial de Beto Guedes (vocalize).
A gravação do CD, pesquisas de partituras, arte gráfica e toda a produção se tornaram possíveis graças à Lei de Incentivo à Cultura, do MINC (Gov. Federal) e o patrocínio da COPASA/Governo de Minas. Prova de que a união entre as esferas federais e estaduais pode contribuir, em muito, para nossa Arte, Cultura e Musica. O CD tem distribuição gratuita para as Bandas de Música de Minas Gerais, imprensa e pessoas interessadas, na medida do possível.
Idéia Original, Concepção Artística e Direção Musical: Vermelho Produção Executiva e Direção Artística: Marco A. R. Alves - Projeto Gráfico: BUMMUB - SP Seleção de Repertório: Sebastião de Assis Moreira e Vermelho.
Mais informações no site: http://www.umdiadebanda.art.br/
Segue um texto escrito pelo Maestro-compositor e jornalista Julio Medaglia, que, ao lado de Rogério Duprat deram notável contribuição à música do Tropicalismo. (*)
Um dia de banda. Um dia feliz.
Mais que qualquer romance, filme ou peça teatral, a música tem a capacidade de passar informações em curtíssimo espaço de tempo e um mínimo de elementos. Ouvir esta gravação, que, praticamente homenageia o mestre Sebastião Moreira, é captar em detalhes o espírito da vida interiorana brasileira tradicional através dos acordes da Banda 12 de Março de Belo Horizonte. Esse som vai fundo no coração e nos traz alegria ainda maior pois não se trata de uma charanga lá dos cafundós, que mesmo assim nos traria lembranças, mas de um dos melhores conjuntos de instrumentos de sopros brasileiro.
Enquanto as bandas das capitais, arrogantemente, ficam tocando repertorio americano de bandas militares ou inadequado à essa formação, este verdadeiro documento histórico nos mostra a verdadeira raiz da velha e boa “banda de música brasileira” através de arranjos autênticos e de qualidade dessa tradição.
Parabéns pela iniciativa e grande qualidade musical.”
Maestro Júlio Medaglia
(*) Autor também do excelente livro “Música, Maestro!” – Do canto gregoriano ao sintetizador. Contém CD com peças dos mais célebres compositores da História Universal da Música
Editora Globo – 2008 – http://www.globolivros.com.br
Vermelho - 14 Bis