22 de set de 2008

Sérgio Magrão

Francisco Sérgio de Souza Medeiros nasceu no Rio de Janeiro, em 26 de outubro de 1950 e é filho de Teófilo Salin e Wanda de Souza Medeiros. Sua mãe foi casada mais tarde com dois músicos que muito o influenciariam. Zequinha, falecido em 1969, conhecido como Rei do Frevo, e o trumpetista Edgar Cavalcanti, o Barriquinha. Foi Edgar quem ensinou a Magrão a teoria musical e a importância da disciplina na formação do músico. Participou de várias bandas, experimentou vários instrumentos e pensou em ser baterista, mas não aguentou muito temo devido à compleição frágil. Tinha 1,80 de altura e somente 50 Kg, justificando o apelido. Sentiu enorme afinidade pelo contrabaixo, eleito seu instrumento definitivo.No final de 1970, Magrão trabalhou como técnico de som do Terço. No Festival de Música de Juiz de Fora, em Minas Gerais, que classificava para o FIC (Festival Internacional da Canção), substitui um baixista e defende a música "Casa no Campo" de Zé Rodrix, participando da apresentação junto com Sá e Tavito. Já em São Paulo começa a trabalhar com a dupla Sá e Guarabyra no estúdio de Rogério Duprat, especializado em jingles. Após integrar o Terço com Flávio Venturini e Sérgio Hinds, Magrão se dedica a própria agência de propaganda. O 14 BIS nasce no pequeno estúdio que mantinha para gravar os jingles das campanhas.

Cláudio Venturini.....

Luis Cláudio Venturini nasceu em Belo Horizonte em 14 de agosto de 1958. Filho de Hugo Venturini e de Dalila Vieira Venturini. Como Flávio escutava muito os Beatles, apaixonou-se pelo grupo e escolheu "I need you" para sua canção preferida. Tinha forte inclinação para música. Cláudio se esforçou para encontrar um caminho próprio. A paixão pela eletrônica levou-o a estudar no Instituto Nacional de Estudos Tecnológicos(INETEC).Não era uma paixão fugaz, mas um talento que no futuro conviveria harmoniosamente com a guitarra. Essa demorou a chegar.Primeiro veio a paixão pela gaita. O interesse pelo violão substituiu a gaita, quando seu Antonio deu um Delvecchio para Flávio.
Costumava pegar o violão escondido e tirava as baladas de ouvido. Tocava com amigos, mas foi com Lô Borges que teve maior afinidade. Quando Lô seguiu para o Rio de Janeiro para gravar seu primeiro disco fez questão de chamar Cláudio para participar das gravações na EMI. A partir daí, ficou patente o talento e crescente profissionalização do caçula dos Venturinis. Sua mãe era proprietária de uma pensão onde moravam estudantes de medicina e Cláudio passou a ocupar a garagem, que virou seu quarto e estúdio. Lá aconteceram os ensaios do show “Fio da Navalha” e os ensaios de Beto Guedes, Toninho Horta e Tavinho Moura. Devido à sua experiência em eletrônica, tornou-se o operador de som oficial nos shows dos amigos.