
Costumava pegar o violão escondido e tirava as baladas de ouvido. Tocava com amigos, mas foi com Lô Borges que teve maior afinidade. Quando Lô seguiu para o Rio de Janeiro para gravar seu primeiro disco fez questão de chamar Cláudio para participar das gravações na EMI. A partir daí, ficou patente o talento e crescente profissionalização do caçula dos Venturinis. Sua mãe era proprietária de uma pensão onde moravam estudantes de medicina e Cláudio passou a ocupar a garagem, que virou seu quarto e estúdio. Lá aconteceram os ensaios do show “Fio da Navalha” e os ensaios de Beto Guedes, Toninho Horta e Tavinho Moura. Devido à sua experiência em eletrônica, tornou-se o operador de som oficial nos shows dos amigos.
2 comentários:
Nossa.... como esse cara é D +++ ... TOCA PRA CARAMBA........
Sem dúvidas conhecê-lo pessoalmente e ter a oportunidade de conversar em alguns shows, foi D +++++...... É um grande músico.... Te admiro muito.... Sucessos a Banda e ao Fã-Clube.... Abração.......
te amo claudio
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